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CONSELHOS DO BISPO

Cartão de Crédito

 

Bispo Sebastião Elias

 

O uso do cartão de crédito, que surgiu nos anos 1920, nos Estados Unidos, tem crescido muito nos últimos anos, no mundo todo. Como todas as coisas, tem o seu lado bom e o lado ruim.

Quanto ao lado bom, talvez podemos elencar:
1-facilidade para pagamento;
2-desobriga andar com muito dinheiro, reduzindo as possibilidades de extravios e roubos;
3-resolve algumas emergências, pagando com cartão;
4-acumula milhas (ou pontos) para utilização em algumas compras, especialmente de passagens aéreas;
5-oferece maior controle das despesas, através da discriminação na fatura;
6-facilidade de compras pela internet.

Quanto ao lado ruim, temos:
1-facilidade em comprar mais, comprando, muitas vezes, o que não se precisa (compra por impulso);
2-perder a oportunidade de barganhar numa compra à vista e em dinheiro;
3-facilidade de “perder-se” nas contas e comprar ao ponto de não poder pagar;
4-pagar juros altíssimos;
5-ficar devendo e ter seu nome em cadastros como SPC e SERASA, podendo causar problemas familiares, de emprego e de crédito (quando realmente precisar);
6-ser solicitado a “emprestar” o cartão para que um parente ou amigo compre em seu nome depois o mesmo “esquece” de lhe pagar. Então, você tem que pagar a conta e ainda perde a amizade;
7-pagar taxas como: anuidades, seguros, etc;
8-perigo de clonagem do cartão e de golpes, especialmente pela internet.

Além de todos os pontos elencados acima, no qual eu sugiro que você faça uma reflexão se vale a pena você ter, ou não cartão de crédito e como usá-lo, chamo a atenção para o ítem juros.

Os juros, incluído as outras taxas e despesas pelo parcelamento ou atraso no cartão de crédito, são muito altos. Fora de qualquer lógica. Para se ter uma noção, em um determinado banco as faturas do cartão de crédito com vencimento em setembro/2012 estavam com os juros, chamado de “custo efetivo total”, de 397,33% ao ano. Ou seja: isso significa que se há um ano atrás alguém tivesse ficado devendo R$ 1.000,00, hoje a dívida estaria em R$4.973,30. Praticamente multiplicaria por 5 a dívida. Por outro lado, se no mesmo período tivesse colocado R$ 1.000,00 na poupança, teria recebido juros de 7,351%. Ou seja, teria hoje R$ 1.073,51.

Portanto, os juros cobrados no cartão de crédito são infinitamente maiores ao recebidos na poupança.

Por isso, pague a sua fatura de cartão de crédito no prazo. Pague o valor total. Nunca pague só o mínimo, pois os juros são inaceitáveis.Lembre-se de um velho ditado popular: “quem entende de juros recebe. Quem não entende, paga.” Mesmo que você não entenda muito, “finja” que entende, não pagando juros. Ou seja, pagando o total de sua fatura do cartão de crédito, no vencimento. Para finalizar, lembre-se do ensinamento bíblico: “a ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor” Rm 13:8a. Neste ”a ninguém devais nada”, eu incluo: não devam nem no cartão de crédito.


Escrito por Marcone Hahan de Souza

 

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